Gestão de vulnerabilidades, os 7 motivos para adotar uma abordagem baseada em risco

Para garantir a segurança de uma operação é necessário realizar a contínua evolução dos métodos de proteção de dados. Pensando nisso, trouxemos hoje uma lista dos 7 principais motivos para adotar uma abordagem baseada em riscos. Confira:

Qualquer organização, independentemente do tamanho, pode lidar apenas com uma em cada dez vulnerabilidades, veja o gráfico abaixo para obter uma ilustração desse contexto:

Esses podem parecer números bastante desanimadores, mas também há boas notícias.

Esse deve ser seu foco! É com uma abordagem baseada em risco que você pode identificar rápida e facilmente essas vulnerabilidades de alto risco, para que suas equipes priorizem a correção delas.
Nem todos os dispositivos, servidores ou aplicativos da sua organização têm o mesmo perfil de risco. Alguns não hospedam informações confidenciais e outros não representam um alvo atraente.

Lembre-se de que a importância de um aplicativo ou ativo não se refere apenas aos dados armazenados ou processados.

As novas tecnologias e metodologias de Gestão de Vulnerabilidades possuem como principais características:

Para realmente reduzir seu perfil de risco, você precisa ter uma visão geral.

Use a ciência de dados para correlacionar informações sobre ameaças em escala, normalizando centenas de fontes de dados diferentes e devolvendo às equipes um tempo valioso para realizar outros projetos mais estratégicos.

Com o gerenciamento de vulnerabilidades baseado em riscos, você pode extrair dados de todas as ferramentas que possui e correlacionar essas informações para determinar por onde começar com seus esforços de correção, tendo em vista a visão completa de todo o ambiente.

Já que existe uma ampla variedade de ferramentas de verificação de segurança, desde SAST, DAST, SCA até Bug Bounties.

A automação de tarefas de rotina libera as equipes de segurança para atuarem nos dados, em vez de gastar um tempo valioso limpando e correlacionando essas informações. Além disso, a automação deve ser aproveitada para eliminar falsos positivos e corrigir falsos negativos naturais entre as tecnologias de varredura, evitando que as equipes desperdicem um tempo valioso tentando corrigir algo que não está quebrado, ou pior, ignorando um problema crítico.

Ela também pode ser utilizada para levar os dados sobre como remediar as vulnerabilidades descobertas para as equipes que as corrigem, através das ferramentas que eles já estão usando para gerenciar o fluxo de trabalho de incidentes, correções, bugs e recursos.

As informações precisam estar bem definidas e estruturadas.

Ao adotar uma abordagem baseada em risco no gerenciamento de vulnerabilidades, as equipes de segurança podem fornecer relatórios significativos ao conselho e ter certeza de que seus esforços estão realmente fazendo a diferença na postura de risco da organização.


Embora o hype em torno de vulnerabilidades e violações tenha atraído a atenção necessária à importância da segurança.

As equipes de segurança precisam de uma maneira de serem alertadas sobre ameaças e priorizar seus esforços com base em fatores que realmente importam. A consecução desse objetivo exige que as equipes de segurança adotem o risco como uma maneira objetiva e consistente de priorizar a correção.


Qualquer coisa que possa ajudar na colaboração entre equipes é bem-vinda.

Ao usar a linguagem comum da área, a segurança pode identificar e otimizar o número de vulnerabilidades que eles solicitam à TI e ao desenvolvedor para realizar a correção. Além disso, um sistema automatizado de gerenciamento de vulnerabilidades baseado em risco também pode automatizar o rastreamento e o compartilhamento de informações (como mencionado acima) – trazendo outro nível de cooperação e colaboração entre equipes.


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